o vacilante Fernando Rosa
Eu é que.. ah, eu não falo disso, eu.. acho que não gostava muito dele.
Foi um tal negócio que, podem dizer que é bobagem, mas foi um negócio que me pegou.
Ele matou um passarinho. Maldade, maldade de menino. E eu dei-lhe uma surra, mas uma surra que a mãe ficou que olhando torto por um mês.
E ele jurava de pé junto que não tinha sido ele. Eu não acreditei. Eu não sei, se foi, se não foi, não faz mais diferença.
O que me incomoda é outra coisa: se, se!, eu tivesse acreditado nele, aí sim, seria outra história, totalmente diferente. Quem sabe.
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